PRINCÍPIOS DO MINISTÉRIO DE JESUS

 JESUS FOI MODELO DE MULTIPLICAÇÃO ESPIRITUAL 

  1. De que maneira podemos padronizar nossos ministérios a partir do d'Ele, para termos a certeza de que nossos discípulos se multiplicarão?
  2. Quais são algumas das coisas que Jesus provavelmente diria se Lhe perguntássemos por que Ele discipulou os Seus homens?
  3. Jesus tinha um compromisso de edificar um movimento de cristãos cheios do Espírito, que eram obedientes à Palavra de Deus, e que estavam ativamente envolvidos em ajudar no cumprimento da Grande Comissão. Quais são algumas das maneiras através das quais este compromisso foi demonstrado em Seu ministério?
  4. De que maneira os nossos ministérios poderiam ser afetados se usássemos somente o modelo de Jesus antes do Pentecostes como nosso modelo de discipulado?
  5. De que maneira os nossos ministérios melhorarão se nós também mantivermos em mente o modelo de como Jesus discipulou os Seus homens depois do Pentecostes?
  6. Quais São alguns passos práticos que você pode dar junto com o seu grupo, ou seu futuro grupo, para certificar-se de que eles estarão atingindo o objetivo de Jesus para o discipulado?
Há uma faísca no ar. Você quase pode ouvir o seu estalo e sentir o seu efeito. Isso está acontecendo em nossa geração. O poder do Pentecostes e a intimidade do Cenáculo tornaram-se parte da experiência contemporânea de milhares de cristãos no mundo de hoje. Nos lares, escritórios, igrejas e universidades, os cristãos estão encontrando energia e oportunidades de testemunhar, através dos grupos de oração, estudos bíblicos nos lares, grupos de comunhão e grupos de discipulado. Em nossa era fragmentada e despersonalizada, estamos voltando aos métodos do Carpinteiro de Nazaré e estamos redescobrindo a dinâmica do cristianismo do primeiro Século.

A COMUNHÃO REVOLUCIONÁRIA

A atual explosão de pequenos grupos na comunidade cristã levanta algumas perguntas interessantes:
  1. Como estes grupos de cristãos em interação têm sido capazes de encontrar uma nova vitalidade em sua comunhão e testemunho?
  2. Mais importante ainda, por que ignoramos por tanto tempo o potencial destes grupos em nossa estratégia no ministério cristão?
Certamente a igreja nascente sabia do potencial destes pequenos grupos. O Livro de Atos registra a luta dos pequenos grupos que oravam, compartilhavam, estudavam e sofriam juntos. Através de sua comunhão revolucionária, os cristãos do Primeiro Século colocaram o mundo todo em chamas.

A figura central da História da Igreja é um homem que gastou três anos de Seu ministério ativo com um pequeno grupo de 12 homens. Jesus Cristo não foi conhecido como um rebelde ou um gênio criativo, mas como um mestre.

Durante a Sua vida, dois elementos do Seu ministério de ensino tornaram-se evidentes. O primeiro elemento foi a PROCLAMAÇÃO. Jesus proclamou a vinda do Reino de Deus (a mesma mensagem que João Batista tinha pregado). A nação judaica estava confusa e apática. Na medida em que a rejeição da nação tornava-se visível, o ministério de Cristo foi mudando para o ENSINO. Foi este tipo de instrução centralizada nas pessoas o segundo elemento que caracterizou o resto da Sua vida e ministério.

Quando Cristo mudou o Seu ministério de proclamação para o ensino, os doze homens que O seguiam passaram a ser conhecidos como discípulos, que significa simplesmente "aprendizes". E apesar de Cristo falar com frequência para grandes grupos, o centro de Sua ação foi o Seu envolvimento com os doze discípulos. Estes homens eram, num certo sentido, o Seu Próprio grupo de discipulado, e Jesus esperava deles que usassem o mesmo padrão de discipulado para começarem a Igreja.

Cristo foi muito explícito sobre isso em Suas instruções finais aos discípulos em Mateus 28: 18-20:
"Jesus, aproximando-Se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade Me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século."
O significado da Grande Comissão fica ainda mais claro quando estudamos o texto no original grego. Para transmitirmos a ênfase verdadeira desta ordem, ela poderia ser traduzida da seguinte maneira:

"Fazei discípulos de todas as nações: indo, batizando e ensinando..."

Existe somente um verbo concreto nesta ordem: "Fazei”. Os particípios esclarecem que o processo incluirá o "indo", o "batizando", e o "ensinando". Cristo comissionou os discípulos para que fizessem exatamente o que Ele havia feito - DISCÍPULOS.

O padrão que Cristo escolheu para começar a Igreja foi o discipulado, com uma ênfase especial em Seus próprios discípulos. E este mesmo padrão tornou-se o método de se ministrar à Igreja Neo-Testamentária. Podemos ver dentro deste método básico de discipulado em pequenos grupos pelos menos quatro princípios bem significativos.

1. OS MÉTODOS DO MESTRE

O primeiro princípio que o nosso Senhor usou no discipulado foi o edificar qualitativamente a vida de uns poucos, enquanto Ele estava evangelizando e ministrando às massas. Depois de buscar com cuidado a direção de Seu Pai, Jesus escolheu os Seus discípulos e gastou a maior parte do Seu tempo com eles. Parte deste processo de edificação qualitativa significava ensinar os Seus homens no contexto das experiências reais da vida.

"Grandes multidões O acompanhavam, e Ele, voltando-Se, lhes disse: Se alguém vem a Mim, e não aborrece o seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda a sua própria vida, não pode ser Meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz, e vier após Mim, não pode ser Meu discípulo. Pois, qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para concluí-la? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não podendo acabá-la, todos que a virem, zombem dele, dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar. Ou, qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com 10 mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com 20 mil homens? Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz. Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser Meu discípulo. O sal é certamente bom; caso, porém, se torne insípido, como lhe restaurar o sabor? Nem presta para a terra, nem mesmo para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça." (Lucas 14:25-35).
Apesar de não ser mencionado especificamente, os discípulos de Jesus sem dúvida estavam presentes quando Ele disse estas palavras. Mas será que eles aprenderam tão somente por ouvirem as palavras de Jesus? Em que contexto eles aprenderam a lição do discipulado? Num ambiente teórico? Não! As lições foram ensinadas num contexto de realidade. E, ao lermos o Novo Testamento, este princípio torna-se vividamente claro. Os discípulos estavam com Jesus durante o Seu confronto com os fariseus; eles estavam presentes quando Ele curava os enfermos; estavam presentes também quando Jesus ensinava as multidões.

Isso não significa que Ele não tenha gasto um tempo essencial a sós com os discípulos, mas significa que o Seu tempo a sós com eles teve como preparação tudo o que acontecia durante os dias, semanas, meses e anos de Seu ministério.

Frequentemente, no entanto, não permitimos que os nossos discípulos nos vejam numa situação real da vida ministerial. Podemos estar pensando que discipular os outros significa orarmos e estudarmos a Palavra de Deus num pequeno grupo, isolado das necessidades e distrações do mundo. Quando isso ocorre, não estamos edificando a vida dos discípulos de uma maneira qualitativa. O discipulado fora do contexto do evangelismo constante e do ministério aos outros não catalisa a fé, que é a base de todo crescimento espiritual. Quando estamos envolvidos numa batalha espiritual pelas almas dos homens, temos ao nosso dispor os recursos de Deus. Isto produz em nós a vida de fé, e quando estamos dependendo de Deus, estamos exatamente onde Ele deseja que estejamos.

Se esse primeiro princípio não for aplicado, teremos a tendência de nos envolvermos em ministérios sem concentrarmos o nosso tempo num pequeno grupo de pessoas. Apesar de Jesus ter ministrado às multidões, precisamos ter em mente que Ele também estava simultaneamente usando Suas experiências de ministério como uma maneira de ensinar a Seus homens chaves. Se Ele tivesse negligenciado este passo, Seus homens teriam ficado destreinados para a tarefa que Ele lhes deixou depois de Sua ressurreição.

A lição para nós deve estar clara. Quando falhamos em nos concentrar num pequeno grupo na medida em que ministramos às massas, falhamos em expor as pessoas ao modelo de nossas vidas. E impossível vivermos com as massas; podemos viver somente com uns poucos.

2. MULTIPLICAÇÃO ESPIRITUAL

O segundo princípio que Jesus enfatizou em Seu ministério foi o princípio da multiplicação espiritual. Quando tivermos adotado o princípio da edificação qualitativa de um pequeno grupo de pessoas, teremos aberto o segredo para a multiplicação espiritual. Cristo via cada discípulo como o centro de um ministério de reprodução. Ele entendia que quando você edifica a sua vida qualitativamente nas vidas de alguns, você começa um processo de multiplicação que nunca termina.

Jesus poderia ter gasto a Sua vida como um pregador itinerante indo de uma cidade a outra, sem Se envolver com a vida de uma pessoa ou grupo sequer. Se Ele tivesse tido esta atitude, Ele teria sido de bênção para a vida de milhares de pessoas mas, será que o Seu ministério teria feito um impacto sobre o mundo?

Jesus pôde visitar somente alguns lugares durante a Sua vida terrena. Se Ele tivesse visto a Si mesmo como responsável somente pela difusão do Evangelho, será que a tarefa mundial de evangelização se cumpriria? Provavelmente não! Contudo, Jesus sabia que os Seus discípulos e os discípulos deles poderiam ir a milhares de povoados e cidades que Ele Mesmo jamais visitaria. Então, Ele ensinou a alguns homens, através do modelo de Sua vida, a envolverem-se na vida de alguns, enquanto estivessem ministrando a muitos outros.

O Apóstolo Paulo disse o seguinte a respeito da multiplicação espiritual:
"E o que da minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros" (2 Timóteo 2:2).

3. TEMPO SUFICIENTE PARA FAZERMOS A VONTADE DO PAI

O terceiro princípio do nosso Senhor envolve a nossa disposição de discipularmos a outros como uma prioridade. A maioria de nós somos muito ocupados e estamos vivendo num ritmo frenético e moderno. No entanto, nas pressões das responsabilidades diárias, ou mesmo na agitação de um ministério espiritual, estamos frequentemente negligenciando as pessoas. Podemos nos tornar, de uma maneira muito sutil, egoístas quanto ao nosso tempo. Há sempre uma mensagem a ser preparada, uma tarefa a ser feita, ou um detalhe administrativo a ser considerado. Neste processo, colocamos os indivíduos e suas necessidades para fora de nossas vidas.

Quando Jesus estava na Terra, Ele provavelmente teve menos tempo do que nós, mas Ele teve todo o tempo de que precisava para fazer a vontade de Deus. Em todo o Evangelho, nunca encontramos uma ocasião sequer onde Jesus estivesse numa grande agitação ou muito ocupado para atender as pessoas. Parece que estamos sempre agitados e ativos, mas raramente temos tempo para fazermos a vontade de Deus. Há uma amarga "esterilidade no excesso de atividade". Quando estamos ocupados demais para discipularmos os outros, há algo fundamentalmente errado com o nosso conceito de responsabilidade cristã.

"Há somente uma vida que logo passará, e somente o que foi feito para Cristo permanecerá!" (C. T. Studd)
Jesus teve três anos e meio para fazer a obra que Deus O chamou para fazer. Será que esta tremenda tarefa foi uma fonte de pressão para Jesus? Não! Ele nunca esteve sob pressão, porque Ele agia com base nas prioridades. Ele sabia exatamente o padrão que deveria seguir e nunca Se atolou com assuntos secundários. Ele estava sempre com o Seu pequeno grupo de homens. Depois de ter partido, o Seu ministério qualitativo iria se multiplicar. E o resultado seria tão cataclísmico que o mundo pagão testificaria o seguinte a respeito do Seu grupo de discipulado: "Estes são os que viraram o mundo de cabeça para baixo!"

4. UM ENFOQUE NO POTENCIAL

Um quarto princípio que podemos encontrar no ministério de Jesus é que Ele Se focalizava no potencial, e não nos problemas.

Quando nos encontramos com as pessoas, precisamos comunicar-lhes uma vitalidade pessoal e uma preocupação genuína por elas. O estabelecimento de relacionamentos íntimos com uma pessoa ou com dez faz com que sintamos uma carga de preocupação pelas necessidades e problemas de cada indivíduo. A questão básica, no entanto, é a nossa perspectiva. Relacionamo-nos com as pessoas com base em seus problemas ou em seu potencial?

Atente com cuidado para os homens com os quais Jesus escolheu trabalhar. Falando francamente, aquele era um grupo bem inexpressivo. Jesus estava diante da perspectiva de lançar uma empreitada de nível mundial com homens que careciam de educação e autocontrole, e que eram imaturos em muitas áreas. Peter Marshall, antigo capelão nos Estados Unidos, disse que se aqueles doze homens tivessem sido examinados pelo conselho de uma igreja de nossos dias, teriam sido imediatamente rejeitados para o serviço missionário.

Se estivéssemos na posição de Jesus, será que teríamos escolhido a Pedro como discípulo? Ele era um homem que vivia fazendo os comentários errados nas horas impróprias. A certa altura, Jesus até teve que dizer a Pedro: "Arreda-te de Mim, Satanás" (Mateus 16:23). Será que pensaríamos em convidar a Tomé para fazer parte do conselho missionário de nossa igreja? Talvez Tomé tivesse pelo menos 25 razões para crer que sair para evangelizar na comunidade não daria certo! A maioria das características dos discípulos poderiam ser dispostas numa coluna, cujo título seria "Problemas".

Mas, surpreendentemente, depois de uma consideração em oração, Jesus escolheu aqueles doze homens em particular. O propósito da formação daquele pequeno grupo era o de estarem com Ele, compartilhando da Sua vida para que, posteriormente, Ele pudesse enviá-los para ministrarem aos outros (Marcos 3:13, 14). De todas as multidões que O seguiram, Jesus escolheu somente doze homens, e nenhum deles era perfeito!

Deus nunca escolhe homens e mulheres por causa daquilo que eles são, mas por causa daquilo em que se transformarão. Ele nos conhece completamente e está ciente de nossas fraquezas. Ele está, contudo, no processo revolucionário de transformar as nossas vidas de dentro para fora. E assim, apesar da nossa separação de Deus e da nossa situação sem esperança, Deus vê que temos um grande potencial. Jesus agia com base no potencial, e não nos problemas.

Apesar disso, poderá haver frustrações envolvidas quando lideramos pequenos grupos. Começamos a encontrar conflitos tremendos, fraquezas e problemas nas vidas dos membros do grupo. Algumas vezes tentamos evitar esta frustração fugindo de um relacionamento mais profundo com as pessoas. "Você precisa ver as pessoas com as quais tenho que trabalhar", dizemos. Outra maneira de evitarmos a frustração ao usarmos o método de Jesus é trabalharmos somente com programas ou com grandes massas de pessoas. Atividades contínuas, ou tratarmos com as pessoas como se não tivessem rostos, como grupos monolíticos, podem nos manter isolados das pessoas e de seus problemas. Quando isto acontece, o próprio grande exemplo de Jesus está sendo violado e o riquíssimo potencial do cristianismo para a transformação das pessoas torna-se oculto em rituais despersonalizados, programas e encontros de massa.

O desafio do discipulado é para ser visto acima dos problemas do indivíduo, para aquilo no que ele pode se transformar através de Cristo. Essa perspectiva traz uma honestidade refrescante e uma dinâmica de vida transformadora aos nossos relacionamentos. O nosso desafio é desenvolvermos relacionamentos cristocêntricos com duas ou mais pessoas. Em Seu Próprio ministério, Jesus multiplicou-Se a Si Mesmo através de um núcleo de homens que eram, em sua maioria, pescadores ignorantes, sem uma instrução formal. A prioridade do Seu ministério de três anos foi gastar tempo com eles e edificar qualidades positivas em suas vidas. Ele os via em termos do seu potencial

RESUMO: PROPÓSITO E PODER

Quando discutimos sobre pequenos grupos e sobre "os métodos do Mestre", há uma tendência natural de perdermos qual é o nosso objetivo geral no "processo" - Ajudarmos no Cumprimento da Grande Comissão! 

Discipular os outros no contexto dos pequenos grupos é uma experiência entusiasmante e compensadora. Contudo, isso não deve se tornar um fim em si mesmo.

Suponha que tivéssemos a oportunidade de fazer a Jesus a seguinte pergunta: "Jesus, por que o Senhor está discipulando estes homens?" Será que Ele responderia: "Estou discipulando estes homens para estarmos mais próximos uns dos outros e podermos edificar relacionamentos de amor no Espírito"? É para duvidarmos que Jesus responderia desta maneira. Em vez disso, Sua resposta teria sido bem carregada com poder espiritual e a visão de um mundo transformado.

Jesus sempre teve os Seus olhos voltados para a transformação do mundo através de um movimento revolucionário de discípulos que estivessem controlados e fortalecidos pelo Espírito Santo. Ele estava comprometido de maneira clara com o objetivo de: "construir um movimento de cristãos cheios do Espírito e que fossem obedientes à Sua Palavra e que estivessem ativamente envolvidos em ajudar no cumprimento da Grande Comissão em cada geração.” Mateus 28:18-20 é uma confirmação final desta perspectiva.

É também importante mantermos em mente que é o poder do Espírito Santo, e não nossa estratégia de pequenos grupos, que garante o sucesso no processo do discipulado. Os métodos que temos revisados são os princípios que Jesus usou ao discipular os Seus homens e direcioná-los para o Seu objetivo final. Contudo, Ele também percebeu que a Sua presença física com os discípulos num pequeno grupo tinha suas limitações. Ele logo lhes disse que estaria indo para o Pai, e que os estaria discipulando através do ministério do Espírito Santo (João 14:16). O Livro de Atos é um retrato do Espírito de Cristo fazendo, com poder, o Seu Próprio esboço na tela da História.

Jesus amou a Seus homens (João 17) e escolheu discipulá-los através de um pequeno grupo. Mas com a descida do Espírito Santo no Pentecostes, Ele também está livre para tocar as vidas das pessoas ao redor do mundo, e, num instante, despertar milhões de cristãos adormecidos para que se transformem em poderosas correntes de re-avivamento espiritual.

Assim sendo, os pequenos grupos de discipulado realmente têm uma base bem forte na história bíblica. Mas não devemos jamais perder a nossa perspectiva da função dos pequenos grupos na ajuda a atingirmos o nosso objetivo final: "O Cumprimento da Grande Comissão!"

Além disso, o Espírito Santo não está limitado a trabalhar através de pequenos grupos no processo do discipulado. Mas, se entendermos e experimentarmos o poder do Espírito de Cristo e ajudarmos os membros dos nossos grupos a fazerem o mesmo, estaremos sempre no vértice de um ministério de nível mundial.

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